30 de janeiro de 2013

Incentivo à leitura

A Thay, do blog Dreams, e a Luísa, do blog Nada Certo, me indicaram para este meme que é no mínimo uma utilidade pública. Assim como a Thay comentou no seu texto, eu também comecei com a série Vagalume de livros e com gibis da Turma da Mônica. Minha mãe todas as noites lia os contos de Grimm ou os de Oscar Wilde para eu dormir. Vocês devem estar cansados de ler a respeito da minha professora de português, que me ensinou a ler do jeito certo, e sobre a minha opinião neste assunto. Esse negócio de leitura obrigatória para vestibular, além de ser um tiro no pé, é uma desculpa para que os jovens se distanciem da literatura quando mais precisam dela. Tenho fé que um dia isso vai mudar e as pessoas irão entender que não é esse o caminho para ensinar crianças e adolescentes.


Regras:
1. Responder a pergunta: Qual livro você indicaria para uma pessoa começar a ler?
2. Indicar 10 blogs para fazer o Meme. (É expressamente proibido oferecer o laço “a quem quiser pegar” sem indicar seus blogs primeiro.)
3. Avisar os blogs que você indicou e colocar a imagem no seu blog para apoiar a campanha.

Olha, para ser sincera, esse meme é um baita pepino. Eu sei que gosto de dar pitacos no que as pessoas estão lendo ou deveriam ler, mas tenho consciência de que essa escolha é pessoal. Até hoje não gosto da ideia de ser "guiada" para um gênero ou mesmo receber uma indicação (a não ser quando eu peço). A única pessoa que me disse o que eu deveria ler foi a famosa professora do ensino fundamental, e isso só porque ela sabia o que estava fazendo. A maioria das pessoas não sabem. Nem eu sei o que estou fazendo, quando me dou conta de que classifiquei mais de três livros seguidos com menos de três estrelas. Obviamente errei feio, mas demoro para descobrir exatamente onde. Agora, imagine alguém que não me conhece! Eu adoro ler (quase) de tudo e gosto de ter liberdade para isso. Sim, é difícil começar sem ideia do seu gênero preferido, mas é como limão: você só sabe que é ruim após experimentá-lo.

Hummmm, Crepúsculo!

A gente não sabe o que se passa pela cabeça de uma pessoa que quer começar a ler. No fim das contas, que diabo é isso de começar a ler? Devem existir inúmeros motivos para tal. Vou fazer de conta que o boa praça quer conhecer a literatura, ou um novo hobbie, ou... sei lá. Eu indicaria Machado de Assis. Muitas pessoas tem medo dele por causa do complexo de inferioridade intelectual que assola o país, as chances de abandoná-lo são gigantescas. Ok, cortemos Machadão. Então, que tal Jostein Gaarder? Apesar de YA, suas filosofias fazem qualquer um adormecer se não estiver treinado. Mais um corte. Markus Zusak, por incrível que pareça, não agrada grande parte dos jovens o que me faz ter receio de indicá-lo. Primeiro porque eu dou um murro na boca de qualquer um que fale mal dele. Segundo porque se as pessoas não conseguem acompanhá-lo, meu Deus, é o fim dos tempos. Para encerrar logo, decido indicar os livros recentes. Como o cerumano está começando a ler (seja lá o que diabo isso signifique), conteúdo é a última coisa que ele irá querer, certo? Certíssimo.

Foi impossível escolher um livro só, me desculpem. As possibilidades são tantas! É um crime resumí-las a um exemplar que, com certeza, não será o certo para muita gente. Se você aí está começando a ler, saiba desde já que esse é um mundo vasto feito só para os fortes. Lide com a indecisão desde agora para não se frustrar mais tarde. Eu escolhi estes:


São livros leves, bonitos e que ao mesmo tempo coloca alguma coisa útil nas cabecinhas. Eles nos fazem pensar, e essa é a única coisa que a leitura quer fazer por você. E se estão pensando que vou indicar dez blogs, olha, parabéns pelo otimismo. Se eu encontrar pelo menos dois a sorte estará do nosso lado. Vejamos... Caixa Preta, In My Place e Sobre Fatalismos. Pronto, nem doeu.

22 de janeiro de 2013

Do verbo ecoar

Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
— Felicidade Clandestina, Clarice Lispector
Ultimamente, minha vida tem sido uma mistura destemperada de encomendas, livros e filmes. Nada de escrever. Abro o bloco de notas, nada. Acho que o problema está no programa a ser usado, então abro o Word. Nada. Invento passeios, histórias, inspirações. Nada. Nessa melancolia que não passa, eu me pergunto aflita: o que falta? A resposta é tão simples quanto angustiante: Nada.

O ser humano tem essa urgência, essa obrigação em se sentir feliz. "Você tem que ser feliz!" eles brandam. Nosso objetivo deve ser a felicidade, seja através de sucesso, dinheiro, pessoas, objetos. Seja por cima dos outros ou da própria vontade. Eu nunca li um livro a respeito de alguém que queria ser triste, ou ao menos livre para escolher. Não, todo mundo quer ser feliz independente do caminho a ser seguido. Só que ninguém consegue. Não o tempo todo. Então vem essa carência sem nome nem procedência nos perturbar e causar insônia. Porque de um lado, nós temos a obrigação. Do outro, a pura impossibilidade.

Foi pensando nisso que travei.

A partir do momento que você não vê razão na busca pela felicidade, ou nela mesma, a escrita se torna supérflua. Tudo ao redor é o acumulo do desnecessário - o blog, a profissão, os textos, os motivos. Para que e por que aparecem cada vez mais no seu vocabulário, assim, sem convite. A falta de respostas para essas perguntas só faz o vazio aumentar. Não hã nada pior do que um homem sem respostas. Ele pode conviver com a morte e enfrentá-la de peito aberto, mas cairá doente na cama ao não encontrar a explicação correta.

Quisera eu usar do clichê me tranquei à sete chaves, mas a verdade é que estou mais aberta do que nunca. Por isso tanto rancor - não me ocorre nada. Estou pronta e disponível, estou aqui. Sozinha. Eu escrevo e de minhas mãos sai o eco: "você está se repetindo". Sou uma réplica, e isso me aborrece. Das tantas cópias de mim, nenhuma é a felicidade que o mundo procura. No fim, é triste admitir, mas não estou aqui. Estou perdida em outro lugar.

18 de janeiro de 2013

O Grande Gatsby

"Obra-prima de Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. (...)"

F. Scott Fitzgerald
★★★★

Primeiro eu ouvi falar de Zelda Fitzgerald e o livro Querido Scott, Querida Zelda, pelo qual me apaixonei à primeira vista e está até hoje empoeirando na minha lista de vou ler. Mas até aí, nunca tinha conhecido o Seu Fitzgerald em própria pessoa. Depois assisti ao filme Meia-Noite em Paris just because Tom Hiddleston estrelava na película interpretando um escritor muito fofo, muito apertável, muito meu amigo imaginário. Mas nem assim liguei o nome à pessoa.

Del Lang curtiu isso.

Li pouquíssimas coisas a respeito do Seu Fitzgerald - informações do tipo Wikipédia - e procurei alguns livros para conhecê-lo. Afinal, ele é o Tom Hiddleston em uma outra dimensão mais divertida do que esta (desculpa, essa sou eu). Só encontrei uma obra: O Grande Gatsby. Sinceramente? Achei que seria um porre. Não me pergunte por quê. A capa, o título e a sinopse não me chamaram a atenção. Reparem na ordem dos ingredientes.

Mas aí, meus amigos e minhas amigas, anunciaram que o Leonardo Dicaprio interpretaria o protagonista desse livro que me fez torcer o nariz. Confesso que fiquei entre assistir o filme primeiro ou ler o livro antes, mas optei pela literatura. Imagine você: em uma outra dimensão mais justa do que esta, Fitzgerald é Tom Hiddleston e Gatsby é o DiCaprio.

Porra!

Eu estava animada para ler Fitzgerald! Havia todo um... mistério, quase uma lenda urbana, envolto nas obras dele. O mais engraçado é que poucas pessoas falam sobre ele. Não existem muitas traduções no Brasil e eu precisei de um filme do Woody Allen para atiçar minha vontade de lê-lo. Tudo isso é muito injusto, já que F. Scott Fitzgerald demonstrou ser um cara e tanto com O Grande Gatsby.

São poucos os livros que me prendem. Normalmente, lá pela metade da história eu já sei o que vai acontecer ou tenho uma leve impressão (o que faz a diversão diminuir em 60%). Em O Grande Gatsby, porém, eu não sabia para onde estava sendo levada até o final. No início achei um pouco cansativo, até monótono, com descrições e enchimento de linguiça que só aumentavam minha curiosidade para saber de uma vez por todas quem é Gatsby? Quando esse cara vai aparecer? Quando vão falar sobre ele? Cadê? Eu virava as páginas, e nada d'ele aparecer. Então, eu percebi que havia caído na armadilha de Fitzgerald como pouquíssimos escritores conseguiram fazer. De repente, eu estava na mesma festa que os personagens, participando da conversa e concordando ou discordando das fofocas a respeito de Gatsby. Formava as minhas próprias opiniões e quase o achei um filho da puta antes de conhecê-lo. Um santo do pau oco, um contrabandista, um ladrão, um psicopata, um anjo, um cara comum.

Quem é Gatsby?

Ele se apresentou, finalmente, e eu comemorei, sonoramente. Ninguém em casa entendeu a minha euforia ao encontrar um cara fodão numa festa de Fitzgerald. Vocês compreendem o meu envolvimento? Nem eu. Passei o livro inteiro sem saber qual era a real intenção de Gatsby e desconfiava de cada passo dele. Os parágrafos terminavam, recomeçavam, e eu não tinha certeza se o adorava ou continuava com um pé atrás. Era como caminhar no escuro - não existe nada mais sensacional do que se sentir assim enquanto lê um livro!

Agora que terminei a história, não sei como explicá-la ou compartilhá-la evitando spoilers. Qualquer coisa que eu diga pode acabar com o encanto que Fitzgerald parece ter construído com tanta naturalidade. Assim como eu disse no meu twitter, repito aqui: Acho que me apaixonei por ele. Zelda que me perdoe. Faltou pouco para O Grande Gatsby ser mais um dos meus favoritos; como eu disse no começo do texto, o início da história é um tanto monótona, quase sem rumo, mas o meio e o final valeram o esforço para continuar a leitura.

Isso não é uma resenha propriamente dita; já expliquei isso por aqui. É mais um convite à leitura que me agradou. O melhor de tudo, é que na verdade você nem precisa ser convidado para adentrar a mansão de Gatsby e beber de seu champagne! Basta pegar um táxi e simplesmente ir, se divertir e só voltar quando as luzes estiveram acesas novamente, ao cair da noite. Eu garanto que será uma viagem e tanto (como há muito eu não experimentava)!

10 de janeiro de 2013

É tempo de dar um tempo

Debaixo de chuva forte, fui ao supermercado para comprar papel higiênico. É o que a modernidade faz: nos obriga a limpar o cu não importa o preço. Mas não é sobre isso que se trata este texto. O que eu estou tentando dizer, é que no meio do caminho havia uma cena bonita. Uma coisa que eu não acreditava acontecer fora dos filmes: crianças e cachorros brincando debaixo da chuva torrencial. Sabe como é, braços e bocas abertos, correria, pulos, sorrisos e cachorros parados no meio da rua com os olhinhos semicerrados, se divertindo só como eles conseguem.

Eu não sorri porque, além de não ser louca em sorrir para a criançada e levar um chute na poça d'água bem na minha fuça, eu não tinha tempo. Pois é, minha gente, eu não tenho tempo de sorrir. Desculpe, estou ocupada. Sorrio mais tarde. Segurando o guarda-chuva contra o vento, contei a mim mesma um segredo terrível: você não tem é vontade de sorrir, minha filha. E por quê? Perguntei à mim mesma, já desfiando um monólogo. Porque você está na vida errada. E estando na vida errada não entenderei a piada, logo, rir para quê?

Foi-se a época em que eu fazia troça de mim e me divertia com minhas desgraças privadas. Foi-se todo o tipo de época, afinal. Hoje, eu como quando tenho fome. Durmo quando tenho sono. Acordo quando o despertador toca. Só respondo quando me perguntam. A vontade se retirou tão tímida, que nem bilhete deixou. Bateu a porta achando que eu a odiava. A vida, coitada, se trancou no quarto e faz greve de fome. "Essazinha prefere a vida dos outros do que a própria". Como posso explicar que loucura não tem razão?

Eu tinha medo dessa pergunta, apesar de saber que ela chegaria em um momento da minha vida: O que eu fiz do meu tempo? Estou vivendo a vida dos meus pais e não é de hoje. Faço vinte e seis anos em 2013 e eles ainda não me entregaram a nota fiscal do serviço. Fiquei na dívida, pendurada. O que mais me dói, porém, é olhar para trás e constatar que não valeu a pena. Tudo jogado fora contra a lei da reciclagem. Tão seca, que não adianta regar. Não há chuva que me faça parar para sorrir. Não há criança ou cachorro que me faça parar só por parar, pois todo ser humano uma hora necessita cessar o passo para continuar. O tempo está mais rápido do que as minhas soluções e não tenho tempo de me reorganizar. O resultado é este: eu. Assim mesmo.

Uma árvore outrora frondosa.
Com as pétalas no chão ao meu redor, servindo de testemunhas.

1 de janeiro de 2013

Filmes e livros de 2012

Como foi a passagem de ano para vocês? Para mim, foi regada com muito sono.

Dezembro foi um mês corrido para mim além do normal, por isso, não participei de retrospectivas nem postei os textos de costume (como os melhores textos do ano, por exemplo). Mas não entrem em pânico! Vou tirar o atraso agora, começando com a minha lista de filmes e livros do ano passado, que está muito longe; parece que foi ontem.

Não sei no que isso possa interessar a vocês, mas teria menos sentido ainda se eu simplesmente desse um reboot na página. No mais, pode servir de inspiração para o cidadão que não sabe o que assistir ou ler durante 2013.

Filmes:
Se eu Fosse Você II ★
Os Normais II ★
Era Uma Vez... ★
Matrix ★★★★
Matrix Reloaded ★★★★
O Sétimo Selo ★★★
Paris, te amo ★★★★
Meia Noite em Paris ★★★
A Estrada da Vida ★★
O Artista ★★
Lixo Extraordinário ★★★★
30 Minutos ou Menos ★
Românticos Anônimos ★★★★
Histórias Cruzadas ★★
Os Vingadores ★★★★★
Tomboy ★★
Archipelago ★★★★
O Pequeno Nicolau ★★
Sete Dias com Marilyn ★★
The Deep Blue Sea ★★
A Fonte das Mulheres ★★
O Silêncio Antes De Bach ★
Amores Imaginários ★★
Submarine ★★
Diário de um Adolescente ★★★★
Diário de um Banana ★★★
Diário de um Banana II ★★
Uma Doce Mentira ★★
Madame Bovary ★
A Origem da Vida ★
Os Descendentes ★★
Sim Senhor! ★
As Mulheres do 6º Andar ★★★★
Tiny Furniture ★
Trem da Vida ★★★★
O Garoto da Bicicleta ★
A Garota da Fábrica de Caixas de Fósforos ★★★
Ainda Adoráveis ★★
Casamento Silencioso ★★★
Flores do Oriente ★★★
500 Dias com Ela ★
Inquietos ★★
Educação ★★
Róza ★★★
Café com Amor ★
A Delicadeza do Amor ★★
Lágrimas de Abril ★★
Você vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos ★★
A General ★★★★
O Garoto Açougueiro ★★
The Rough House ★★
Luzes da Ribalta ★★★
Truques ★★
O Mesmo Amor, a Mesma Chuva ★★★
O Que Esperar Quando Você Está Esperando ★
Os Mercenários II ★
Lolita ★★
Sombras da Noite ★
Brilho de Uma Paixão ★★
O Bater de Asas da Borboleta ★★
Julie & Julia ★★★
Terceira Estrela ★★★★
Amorosa Soledad ★★★
Asas do Desejo ★
Cria Corvos ★
Os Incompreendidos ★★★
Amores de Estudante ★★★
Saawariya ★★★
Num Céu Azul-Escuro ★★★
Tanu Weds Manu ★★★
Para Roma Com Amor ★★★
Histórias de Cozinha ★★★★
O Caminho das Nuvens ★★
Que Morram os Feios ★★★
José e Pilar ★★
The Paleface ★★★
A Vida é Bela ★★★★
Procura-se um Amigo (...)
O Aviador ★★
O Riso dos Outros ★★★★
Habemus Papam ★★★
Foi Apenas um Sonho ★
Noiva e Preconceito ★★
As Vantagens de ser Invisível ★★★
Doce de Mãe ★★★★
Livros:
O Sobrinho do Mago, C. S. Lewis ★★★
Amôr de Perdição, João Martins Athayde ★★★
Volta Seca, Gonçalo Ferreira da Silva ★
Amor em Face do Destino, Manoel A. Filho ★★★
O Leão, a Feiticeira (...), C. S. Lewis ★★
24 Horas na Vida de Uma Mulher, Stefan Zweig ★★★
Persuasão, Jane Austen ★
A Cartomante, Machado de Assis ★★★
Lobo da Estepe, Hermann Hesse ★★★★
Gonzos e Parafusos, Paula Parisot ★★
Marina, Carlos Ruiz Zafón ★
Mensagem, Fernando Pessoa ★
Laços de Família, Clarice Lispector ★
O Circo da Noite, Erin Morgenstern ★★★
Drácula, Bram Stoker ★★
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde ★★
Histórias de Cronópios (...), Julio Cortázar ★★★
Do Amor e Outros (...), Gabriel G. Marquez ★★
O Mito da Beleza, Naomi Wolf ★★★
Fazes-me Falta, Inês Pedrosa ★
Os 13 Porquês, Jay Asher
O Diário de Anne Frank, Anne Frank ★★
A Culpa é das Estrelas, John Green ★★★★★
Terra Sonâmbula, Mia Couto ★★★
Perto do Coração (...), Clarice Lispector ★★★★
Uma Aprendizagem (...), Clarice Lispector ★★
O Senhor dos Gatos, Suzo Bianco ★★
A Casa dos Espíritos, Isabel Allende ★★
Toda Terça, Carola Saavedra ★
Os Sofrimentos do Jovem Werther, Goethe ★★
Cinquenta Tons de Cinza, E. L. James
Morreste-me, José Luis Peixoto ★★
Sinfonia em Branco, Adriana Lisboa ★★★★
Viagens na Minha Terra, Almeida Garrett
Trem-bala, Martha Medeiros ★
O Fio das Missangas, Mia Couto ★★
Vidas Secas, Graciliano Ramos ★★
Amar, Verbo Intransitivo, Mário de Andrade ★
O Corvo, Edgar Allan Poe ★★
O Calor das Coisas, Nélida Piñon ★★
Reparação, Ian McEwan ★★
Bom Dia Sr. Dimas!, Suzo Bianco ★★
A Vida Sexual da Mulher Feia, Claudia Tajes ★
Nunca lhe Prometi (...), Hannah Green ★★
Felicidade Clandestina, Clarice Lispector ★★
Os Monólogos da Vagina, Eve Ensler ★★
Lolita, Vladimir Nabokov ★★
Estação das Chuvas, José Eduardo Agualusa ★★★
Não te Deixarei Morrer (...), Miguel S. Tavares ★★★
As Brumas de Avalon I, Marion Zimmer Bradley ★
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec ★★★★
A Filosofia da Liberdade, Rudolf Steiner ★★★★
Colcha de Retalhos, Rodrigo Domit ★★★
@mor, Daniel Glattauer ★
Histórias do Cotidiano, Mary Del Priore ★★
O Último Judeu, Noah Gordon ★★★
Coração na Lona, Marlene Olímpia Querubim ★
As Vantagens de (...), Stephen Chbosky ★★★
A Cidade Inteira Dorme, Ray Bradbury ★★★
Eram os Deuses (...), Erich von Däniken ★★
Memorial do Convento, José Saramago ★★
Um Dia, David Nicholls ★★★
O Escafandro e (...), Jean-Dominique Bauby ★
Memórias Póstumas (...), Machado de Assis ★★★
Tesouros da Índia, Maurício Andrés Ribeiro ★★★
Um Teto Todo Seu, Virginia Woolf ★★
Morangos Mofados, Caio Fernando Abreu ★
Os Meninos da Rua Paulo, Ferenc Molnár ★★★
Como me Tornei Estúpido, Martin Page ★★
A Metamorfose, Franz Kafka ★★★
A Instrução dos Amantes, Inês Pedrosa ★★
Como Ficar Sozinho, Jonathan Franzen ★
Mulheres que Correm (...), Clarissa P. Estés ★
Oscar Wilde Para Inquietos, Allan Percy ★
Revista Granta Volume 9, Vários autores ★
Seda, Alessandro Baricco ★★
O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald ★★★★
Bonequinha de Luxo, Truman Capote ★
O Estranho Caso de (...), F. Scott Fitzgerald ★★★
O Evangelho Segundo (...), Allan Kardec ★★★